Nossa história

De Campinápolis para o centro do Vale do Araguaia

A Cajes nasceu em 1996 como indústria de laticínios em Campinápolis, no Mato Grosso. Em três décadas, ganhou novas unidades, mudou a sede para Nova Xavantina e passou a distribuir em seis estados e no Distrito Federal.

Linha do tempo

  1. 1996

    Nasce a Cajes, em Campinápolis

    A indústria de laticínios Cajes Ltda. começa a produzir lácteos em Campinápolis, no Mato Grosso, e consolida ao longo dos anos seu compromisso de qualidade e credibilidade com consumidores e produtores.

  2. 2000

    Nova unidade em Novo São Joaquim

    A empresa investe na construção de uma unidade de beneficiamento em Novo São Joaquim, a Laticínios Planalto Ltda., ampliando a capacidade de recepção e processamento do leite da região.

  3. 2006

    A sede chega a Nova Xavantina

    Em 20 de dezembro de 2006 a empresa assume a unidade de Nova Xavantina e transfere para lá os setores administrativo e de produção. A mudança leva a sede ao centro da bacia leiteira do Vale do Araguaia, encurtando a logística de recepção do leite.

  4. 2007

    Laticínios Cristal, em Barra do Garças

    Em 23 de abril de 2007 nasce o Laticínios Cristal Ltda., em Barra do Garças, para atender a cidade no abastecimento de leite pasteurizado tipo C.

  5. Hoje

    Seis estados e o Distrito Federal

    Com captação 100% granelizada em um raio de 700 km e produção de provolone, mussarela, prato e parmesão, a Cajes distribui com as marcas Cristal, Clássica e Favorito por Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Queijeiro virando uma peça de parmesão na câmara de maturação

Marcas do grupo

  • Cristal
  • Clássica
  • Favorito

Produzindo com a mais alta tecnologia os queijos provolone, mussarela, prato e parmesão, além do leite pasteurizado tipo C e do creme de leite para uso industrial.

Por que mudar a sede

Mais perto do leite

A transferência para Nova Xavantina levou a sede da empresa para a região central da bacia leiteira do Vale do Araguaia, o que trouxe melhores condições de logística para a recepção do leite.

Para o produtor, a mudança significou melhores condições de produção de matéria-prima de qualidade e colaborou para o desenvolvimento da pecuária leiteira da região.

Hoje a captação é 100% granelizada em um raio de 700 km da sede produtiva, com armazenagem refrigerada nas propriedades rurais e transporte em caminhões com tanques isotérmicos.

Ver o mapa de captação

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Do tanque na fazenda à mesa do seu cliente

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